Resenha: Pollyanna

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Título: Pollyanna
Autor: Eleanor H. Porter
Editora: Companhia Editora Nacional
Número de páginas: 184
Nota: 5/5. :mrgreen::mrgreen:
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Há sempre uma razão para se estar contente”
  Muitas vezes em nosso cotidiano, tudo o que fazemos é lamentar, seja por diversos motivos. Às vezes, por não estarmos satisfeitos com nossa aparência, com nossos trajes, com nossa saúde, condição financeira, e uma série de outros fatores. Mas quantas vezes paramos para vislumbrar, e ficarmos contentes com as coisas que já temos e que já fizemos e conquistamos?
  Todo cidadão faz planos e mais planos, todos os dias, e sempre queremos ter “O Carro Do Ano, o ipod,o celulare,a roupa impecável e o relacionamento maravilhoso” e achamos que isso é viver,mas o que realmente precisamos é viver com o que temos,e deixar de imaginar como seria a nossa vida com o que não temos.
  Eleanor HPorter,criou uma história fascinante,atraente e super delicada,com diálogos variável para aquelas pessoas que levam a vida com pessimismo e acham que viver é um labirinto de circunstância e obrigações.Provando que se todos decidissem ser um pouco mais otimistas em suas vidas,tudo se tornaria mais simples,mais encantador/belo e muito,mas muito mais feliz.
  Essa belíssima obra, relata a história de Pollyana, que é uma garotinha de 11 anos, uma garotinha positiva, prestativa, encantadora e sem irmãos, filha de um missionário pobre, perdeu os pais ainda muito criança e, tendo apenas como parente mais próxima uma tia com personalidade rígida e que aceita a garota em sua casa, por que é sua obrigação.Tia Polly Harrington, uma tia solteira, que sequer mal conhece a sobrinha, mora em uma casa muito grande, com muitos quartos, um enorme lindo e bem cuidado jardim e cercada de muitos criados, na cidade de Beldingsville em Vermont, na Nova Inglaterra, Estados Unidos.
  Na casa da tia, ela conhece a empregada Nancy, uma amável e doce mulher, que se encanta com a menina. Nancy, não gosta nada da forma como Miss Polly trata a sobrinha, sempre rejeitando tudo que Pollyanna venha a fazer; e, Tom, o jardineiro, que trabalha naquela casa há muitos anos, tanto, que conheceu a mãe de Pollyanna quando criança; Tom guarda um segredo, sobre Miss Polly,sua irmã e Pollyanna.
  A inocente menininha não compreende a forma grosseira: como a tia à trata. Muito pelo contrário, acredita que tudo que a tia faz é para o seu bem, até mesmo colocando ela para dormir em um quartinho, pequeno, escuro, e muito simples, além de ser longe do quarto da tia. Tudo isso por conta do “Jogo do Contente”, que seu pai lhe ensinara antes de morrer.
– Bem, começamos com um par de muletas que veio em um barril dos missionários.
– Muletas?
– Sim. Sabe, eu queria uma boneca, e meu pai havia escrito pedindo que mandassem, mas quando o barril chegou, não havia bonecas, e sim um par de pequenas muletas. Acharam que poderiam ser úteis para alguma criança. Foi aí que começamos tudo.
– Bem, não entendo como é este jogo… – disse Nancy, quase exasperada.
– Bem, o jogo era encontrar um motivo para ficar contente com todas as coisanão importa o que fossem. E começamos ali mesmo… com as muletas.” (Páginas 38 e 39.)
Situação: Seu carro quebrou, Você perdeu o melhor emprego e seu namorado te traiu!
Pollyanna diria: OKAY, é incompreensível, mas fique contente porque agora você vai poder contribuir com a manutenção do meio ambiente, sendo uma pessoa a menos a emitir gases poluentes no planeta; também vai ter mais tempo para fazer as coisas de que gosta, já que não vai mais ter que trabalhar todos os dias; e veja pelo lado bom, seu namorado te traiu, mas fez outra mulher feliz, quem sabe não era uma abandonada, triste, a ponto de se matar porque ninguém olhava pra ela.
  Pollyanna, fica contente por tudo, apesar de ter perdido seus pais, não ter família, e de sua tia ser rabugenta. Em cada coisa que dá errado, encontra um motivo para ficar feliz. Tamanho é o contentamento da menina,quando ela ajuda diversas pessoas da cidade; Mr. John Pedleton,Doutor Chilton, Mrs Snow e Jimmy; esses são alguns, pois a cidade toda aprende o“Jogo do Contente”. Porém acontece algo com a garota, que ela  mesma se pergunta: Como ficar contente com isso?”
  Com uma linguagem super inocente e cativante o livro Pollyanna nos cativa desde a primeira página. Uma leitura leve, com um história que acrescenta a vida. Toda superação de Pollyanna, a mudança dos personagens, o jogo do contente, mostram que em tudo há sim, um motivo para ficar feliz,  e de  se consegue tirar algo de bom de algum fato ruim.
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Recomendo muito a leitura.Se tiverem oportunidade leiam, tenho certeza que não se arrependerão!

Um aviso: é meio que Impossível ler o livro sem “deixar”, ao menos, uma lágrima,um sorriso e uma risada sair !

Em tudo há sempre uma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la”

Beijos Drafts of geovana

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2 comentários sobre “Resenha: Pollyanna

  1. Eu li Geh, quando era mais nova, minha mãe já tinha lido tbm quando mais nova e incentivou eu e minha irmã a ler.
    Simplesmente amei o livro, deixa um grande lição que vale a pena seguir.
    Beijos.

    • Oi Anny , eu também li o livro quando tinha aproximadamente 10 ,11 anos !
      E me encantei imediatamente , esse livro é aquele que da uma vontade imediata de você não parar de lê-lo !!
      E eu conheci ele por uma amiga da minha mãe que me incentivou a lê-lo.E no entanto sou muito grata por isso !
      O jogo do contente é incrível né ?
      beijinhos linda ❤

Obrigada pela visita e volte sempre ♥

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